Posts com Tag ‘fogo’

Uma mulher pula do quarto andar de um edifício incendiado por manifestantes em Croydon, sul de Londres.

Parece que a galera tá curtindo o hit do Toninho do Diabo…
“Eu taco Fogo!”

A foto e o fato!

Publicado: 13/04/2011 em Curiosidades
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Em nome de Buda

Em 1963, monges atearam fogo ao próprio corpo nas ruas de Saigon. O protesto silencioso culminou com a deposição do governo do Vietnã do Sul

No dia 11 de junho de 1963, o monge Thich Quang Duc sentou-se no chão, em posição de lótus, bem no meio de um movimentado cruzamento em Saigon. Calmamente, banhou sua túnica com gasolina, acendeu um fósforo e ateou fogo ao próprio corpo perante o olhar atônito da multidão. Era um protesto contra as arbitrariedades do corrupto governo de Ngo Dinh Diem, que reprimia violentamente o Budismo no Vietnã do Sul. “Enquanto queimava, ele não moveu um músculo, não pronunciou um som. Sua compostura contrastava nitidamente com as pessoas gemendo ao seu redor”, relatou David Halberstam, repórter do jornal americano The New York Times, que testemunhou o ato de fé do monge vietnamita.

Duc morreu em questão de minutos, cercado por 300 discípulos e outras centenas de vietnamitas que não conseguiam desgrudar os olhos das chamas. Nunca se havia visto nada igual. Todos os que presenciaram a cena se inclinaram em sinal de reverência, inclusive a polícia. Não se pode esquecer que o Vietnã era – e ainda é – um país de maioria budista. Em carta, o religioso explicou às autoridades suas motivações para a auto-imolação. “Antes que eu passe pelo portão de Buda, rezo para que Diem trate o povo com compaixão, mantendo o tesouro da nação, o Budismo, para sempre”, escreveu. O ato do monge não foi – pelo menos totalmente – em vão.

Depois da morte do religioso, o católico Ngo Dinh Diem foi obrigado a rever sua política de perseguição aos budistas. As fotos do monge queimando rodaram o mundo, chamando a atenção da opinião pública internacional para a tragédia que acontecia no país. Pressionado, Diem libertou centenas de monges presos em Hue, um importante centro budista no Vietnã do Sul. O governante também se comprometeu a reavaliar a lei que impedia os seguidores de Buda de se reunirem livremente. A pressão externa, no entanto, não foi suficiente. A política de intolerância religiosa continuou por baixo dos panos.

No dia 21 de agosto, o irmão de Diem, Ngo Dinh Nhu, liderou um ataque a templos budistas de todo o país, alegando que tais locais abrigavam vietcongues. Mais de 1.400 monges foram presos sob suspeita de colaborar com a guerrilha. O desprezo pelo Budismo era tamanho que a esposa de Nhu chegou a declarar a um repórter americano: “Tudo que os budistas fizeram foi o churrasco de um monge, e nem mesmo à própria custa, já que a gasolina que utilizaram era importada.”

MONGES EM CHAMAS

Com a repressão crescente, Duc se tornou um mártir. E um exemplo a ser seguido. Os budistas precisavam chamar a atenção do mundo para a sua causa. Muitos monges optaram, então, pelo sacrifício em praça pública nos meses seguintes. Os estudantes de Saigon apoiaram com veemência os religiosos. Protestos contra o governo explodiram em toda a parte, com religiosos em chamas e jovens enlouquecidos. Foi a gota d’água para a ditadura de Diem. Afinal, o caos político colocava em jogo todo o esforço americano – que vinha ajudando o governo de Saigon desde a década de 50 – para conter o avanço comunista no país do Sudeste Asiático. Os Estados Unidos estavam gastando US$ 1,5 milhão por dia no conflito e 16 mil assessores militares americanos estavam em solo vietnamita. Era preciso deter a sanha religiosa do católico Diem.

As tensões em Saigon culminaram com um golpe de Estado, que contou com o apoio americano. Alguns dos próprios generais do governo de Diem procuraram a embaixada americana em Saigon com planos para depor o ditador. Com a aprovação tácita dos Estados Unidos, em 1º de novembro de 1963, Diem e seu irmão, Nhu, foram capturados e depois assassinados. No ano seguinte, começaria uma das guerras mais sangrentas do século 20.

FRUTO DA FÉ

Em 1963, a adolescente paulista Cláudia Souza, então com 15 anos, viu no jornal fotos dos monges em chamas pelas ruas de Saigon. Ficou tão impressionada que decidiu desvendar os segredos da força daqueles sujeitos. Vinte anos depois, ela se tornou a monja Coen, uma das mais conhecidas budistas brasileiras. Antes de adotar o codinome religioso – que significa “um só círculo” –, raspar a cabeça e vestir a túnica da fé, Cláudia cobriu a guerra do Vietnã, como jornalista do Jornal da Tarde, de São Paulo. Era o ano de 1968.

No início dos anos 70, ela fez as malas e embarcou para a Califórnia, onde pipocavam comunidades budistas. Em 1976, a jornalista se estabeleceu nos Estados Unidos. Lá Coen conheceu o monge Thich Tri Quang, líder dos budistas rebeldes do Vietnã. Ele havia sido expulso do país pelo governo de Diem. “Quang era uma pessoa muito correta, a própria personificação da cultura da paz e da não violência”, diz a monja. “Mais uma vez, o meu destino se cruzou com os dos monges vietnamitas.”

 

Fonte: Aventuras na História – Ed. Abril

 

Fogo de verdade…

Publicado: 06/12/2010 em Nossos flagrantes
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… pintura realistica pra caralho, alho, alho alho!!!

Rio de Janeiro…

Publicado: 29/11/2010 em Recebidos
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A equipe de jornalismo  do PUTACAGADA (qualquer um mesmo, não precisa de diploma….) foi ao Rio de Janeiro para realizar a cobertura da ação policial mais comentada ultimamente! mais claro que tomamos os devidos cuidados!

… a coisa tá extrema mesmo!

enviado pelo Renatão

Bebados…

Publicado: 09/11/2010 em Recebidos, Videos
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… sempre nos divertindo!